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DIRETORIA:
Diretor do Museu e Vice-diretor do Museu
Coordena a elaboração e execução do Plano Museológico e da mediação entre as
coordenações, Universidade Federal do Norte e parcerias externa.
COORDENAÇÕES
Coordena
ações de aquisição, documentação e conservação. Para tanto atua no espaço
físico destinado ao armazenamento do acervo que não se encontra em exposição
no museu.
Coordena
a produção de estratégias que visam à educação a partir do acervo do museu.
Neste sentido, promove, através de programas e projetos, a apropriação da
cultura regional por meio da cultura museal.
Coordena
a execução dos projetos museológicos, através do planejamento da melhor forma
de comunicar a memória e a história do Seridó através de uma linguagem visual
e espacial, utilizando-se de vários expedientes: disposição de objetos,
vitrines ou outros suportes expositivos, legendas e sistemas de iluminação,
segurança, conservação e circulação.
Equipe gestora
Diretor:
Prof. Dr. Muirakytan K. de Macêdo - Departamento de História e Geografia /
UFRN
Vice-Diretora:
Iracema Nogueira Batista – funcionária aposentada
Reserva
técnica
Carlos Luciano Almeida da Silva – Aluno do curso de História
Equipe:
Programas
educacionais
Profa Dra Tânia Cristina Meira Garcia – Departamento de Educação
Equipe:
Museografia
Prof. Dr. Jair Diniz Miguel – Docente externo (DCR – CNPq/Fapern)
Equipe:
Funcionários:
Maria Barros Capuxu – Auxiliar de serviços gerais
Luciana Aloise Souza - Laboratorista
Bolsistas:
Monitores
Voluntários
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO MUSEU DO SERIDÓ
LOCALIZAÇÃO DO MUSEU DO SERIDÓ
Localização
Rua Amaro Cavalcanti, 123 (antiga Rua da Cadeia
Velha)Centro - Caicó-RN / Cep: 59300-000
Telefone: (84) 3421-3515
Website: www.cerescaico.ufrn.br/museu
E-mail: museudoserido@gmail.com
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
ESPAÇO FÍSICO DO MUSEU DO SERIDO
Arquitetura
Espaço
físico:
O prédio principal é constituído de dois pavimentos, o superior é formado por duas salas e o inferior por três. A parte externa posterior ao prédio possui um pátio com quatro alpendres, três deles temáticos e um utilizado como espaço para atividades pedagógicas, além de um módulo de exposição do bioma das caatingas e um pequeno anexo administrativo.
O prédio principal é constituído de dois pavimentos, o superior é formado por duas salas e o inferior por três. A parte externa posterior ao prédio possui um pátio com quatro alpendres, três deles temáticos e um utilizado como espaço para atividades pedagógicas, além de um módulo de exposição do bioma das caatingas e um pequeno anexo administrativo.
Área do
museu:
Total (m2): 586,15
Edificada: 311,91
Livre (pátio e jardins): 274,24
Total (m2): 586,15
Edificada: 311,91
Livre (pátio e jardins): 274,24
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Descrição
da área edificada
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largura x comprimento
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m2
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Prédio
da Câmara/Cadeia (andar superior e térreo)
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9,8m X 9,98m x 2
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195,6
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Tenda
do engenho de rapadura
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5,04m X 5,36m
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27
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Tenda
da casa de farinha
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4,74m X 5,3m
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25,12
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Tenda
choriço / algodão
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5,62m X 2,76m
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15,51
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Tenda
pedagógica:
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3,94m X 5,5m
|
21,67
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Prédio
da administração / reserva técnica
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5,95m X 4,54m
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27,01
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Total da área edificada
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311,91
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
HISTÓRIA DO MUSEU DO SERIDÓ
História
(Texto escrito pela Profa.Ms. Paula Sônia de Brito
- UFRN/CERES - Caicó)
Nos anos
60, por iniciativa do Padre Antenor Salvino de Araújo, nasceu o Museu do
Seridó. No início chamou-se Museu "Pena de Ouro" em homenagem ao
Senador do Império, Padre Francisco de Brito Guerra, fundador e professor da
primeira Escola de Latim do Seridó, onde os filhos de fazendeiros da região
aprendiam as humanidades. Nas palavras do seu fundador, o Museu apresentava
"retalhos de nossa história" e servia de "guardião do pensamento
do povo desta terra".
No Livro
de Visitas acha-se registrada a impressão dos caicoenses sobre a instalação e
funcionamento de um Museu nos sertão seridoense. Merece destaque o depoimento
do Monsenhor Walfredo Gurgel, na época governador do Rio Grande do Norte:
Ao
visitar hoje o Museu da Pena de Ouro, de Caicó, desejo registrar as impressões
colhidas nesta manhã do dia 26 de maio de 1968. Graças à tenacidade do Revmo.
Padre Antenor Salvino de Araújo e do poeta José Lucas de Barros, diretor e
vice-diretor respectivamente, pedaços da história e das tradições de nossa
terra estão sendo preservados da destruição impiedosa dos tempos. Merece, pois,
todos os aplausos e incentivos a iniciativa cultural dos que amam a terra e
desejam conservar, para a posterioridade, o passado daqueles que povoaram a
região e lançaram as sementes das gerações atuais.
O Museu
do Seridó com ato de doação feito pelo Patrimônio Municipal, através da Lei no
486 de 13 de janeiro de 1973, por iniciativa do então Prefeito Municipal de
Caicó, Francisco de Assis Medeiros teve sua sede transferida para o prédio do
antigo Senado da Câmara e Cadeia Pública da Vila do Príncipe, construção
finalizada em 1812. O prédio apresenta planta retangular. Compõe-se de dois
pavimentos: o superior destinava-se às reuniões da municipalidade; o inferior
servia de cárcere. Uma típica construção para fins da administração das vilas
coloniais. Todo acervo do museu, de significativo valor para a história
regional, foi obtido através de doações feitas pelas famílias seridoenses à
Diocese de Caicó, responsável até então pela administração do Museu e
conservação de suas peças
Com a
criação do Centro Regional de Ensino Superior do Seridó e o funcionamento do
Curso de História, a Diocese de Caicó transferiu a posse e a administração do
acervo à UFRN, em 22 de maio de 1981.
A partir
daí, vários projetos foram elaborados com vistas à ampliação e melhorias das
instalações físicas, envolvendo intelectuais, pesquisadores, professores e
estudantes da região e do Estado. Face às dificuldades apresentadas, as metas
propostas não foram atingidas.
Em 1992,
a Diretora do Campus, Professora Maria Lúcia da Costa Bezerra, consciente da
urgência de dar um novo direcionamento ao Museu de forma a adequá-lo às
modernas técnicas museográficas, buscou o apoio da Fundação José Augusto,
através do seu Diretor, Iapery Araújo, e do especialista em restauração e
conservação de bens culturais, Hélio de Oliveira, responsável pela autoria e
execução da proposta de revitalização.
Com o projeto
museológico elaborado o Museu do Seridó passou toda a década seguinte cumprindo
sua função, sempre com limitados recursos orçamentários, sem estrutura
laboratorial e sem um prédio para abrigar a reserva técnica.
Entre as
décadas de 60 e 70 quando o Museu do Seridó, período em que foi criado e
repassado à Prefeitura Municipal, o acervo de significativo valor para a
história regional, foi obtido através de doações feitas pelas famílias
seridoenses à Diocese de Caicó, responsável até então pela administração do
Museu e conservação de suas peças. Neste momento não havia a documentação das
aquisições. A partir de 1981, já pertencente a UFRN, as doações foram
feitas espontaneamente pela comunidade ao Museu, no entanto, ainda sem
uma sistematização técnica de registros das peças doadas. Somente com a
montagem do plano museológico em 1992, foram doadas novas peças para a montagem
nos núcleos expositivos, principalmente os engenhos de fazer farinha e
rapadura. Daquele ano até o presente ano 2007, as doações são registradas
sistematicamente segundo as técnicas museológicas.
A contar
de 2007, durante os cinco últimos anos pouco foi feito pelo Museu do Seridó,
até que se sensibilizando com os protestos generalizados da comunidade
acadêmica a Direção do CERES, na pessoa do professor Clóvis Almeida de
Oliveira, propôs uma cota significativa no orçamento do CERES e iniciaram-se os
trabalhos de reestruturação do Museu a partir da nomeação do professor
Muirakytan K. de Macêdo como diretor, que, em conjunto com uma equipe formada
por professores e alunos do CERES, elaborou o plano museológico de 2007-2008.
MISSÃO DO MUSEU DO SERIDÓ
Preservar,
conservar e divulgar a memória e a história seridoense, assegurando o acesso
democrático ao museu e a visitação livre aos bens museais em exposição,
promovido através de políticas claras e coerentes e de ações educativas ao
público visitante.
Blog - Professor Antônio Neves: HORA DE COMPRAR O MATERIAL ESCOLAR
Blog - Professor Antônio Neves: HORA DE COMPRAR O MATERIAL ESCOLAR: Vinte dicas para economizar na compra do material escolar Antes de sair de casa, veja se a loja dá desconto se você levar seus materiais ...
domingo, 8 de janeiro de 2012
MUSEU DO SERIDÓ: PATRIMÔNIO CULTURAL
A missão do Museu do
Seridó é: Preservar, conservar e divulgar a memória e a história seridoense,
assegurando o acesso democrático ao museu e a visitação livre aos bens museais
em exposição, promovido através de políticas claras e coerentes e de ações
educativas ao público visitante.
Nos anos 60, por iniciativa do
Padre Antenor Salvino de Araújo, nasceu o Museu do Seridó. No início chamou-se
Museu "Pena de Ouro" em homenagem ao Senador do Império, Padre
Francisco de Brito Guerra, fundador e professor da primeira Escola de Latim do
Seridó, onde os filhos de fazendeiros da região aprendiam as humanidades. Nas
palavras do seu fundador, o Museu apresentava "retalhos de nossa
história" e servia de "guardião do pensamento do povo desta
terra".
Em 1992, a Diretora do Campus,
Professora Maria Lúcia da Costa Bezerra, consciente da urgência de dar um novo
direcionamento ao Museu de forma a adequá-lo às modernas técnicas
museográficas, buscou o apoio da Fundação José Augusto, através do seu Diretor,
Iapery Araújo, e do especialista em restauração e conservação de bens
culturais, Hélio de Oliveira, responsável pela autoria e execução da proposta
de revitalização.
Com o projeto museológico
elaborado o Museu do Seridó passou toda a década seguinte cumprindo sua função,
sempre com limitados recursos orçamentários, sem estrutura laboratorial e sem
um prédio para abrigar a reserva técnica.
A contar de 2007, durante os
cinco últimos anos pouco foi feito pelo Museu do Seridó, até que se sensibilizando
com os protestos generalizados da comunidade acadêmica a Direção do CERES, na
pessoa do professor Clóvis Almeida de Oliveira, propôs uma cota significativa
no orçamento do CERES e iniciaram-se os trabalhos de reestruturação do Museu a
partir da nomeação do professor Muirakytan K. de Macêdo como diretor, que, em
conjunto com uma equipe formada por professores e alunos do CERES, elaborou o
plano museológico de 2007-2008.
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